GINKO BILOBA

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GINKO BILOBA
Qual a importância do ginkgo biloba

Resolvi publicar este artigo, após ter feito muitas pesquisas e utilizado remédios (capsulas)feitas tendo com base o Ginko Bilobe (medicamento). No mundo estão sendo feitas muitas pesquisas para estudar melhor esta planta do Oriente, a qual muitos acreditam que preveni tumores no ovário, na mama, no fígado e no cérebro, pois com o uso dele as células malignas irão se autodestruir. O ginkgo biloba foi à primeira planta a brotar logo após a destruição que foi provocada pela bomba atômica na cidade de Hiroshima no Japão. O extrato obtido das folhas da planta reduz tonturas, alivia as dores nos braços e nas pernas, ajuda a melhorar a memória e acaba com zumbidos nos ouvidos. Mas, além disso, estudos revelam que a planta tem o poder de prevenir e atacar tumores, principalmente o câncer de ovário. Clique no leia mais para ver todo o texto.

Ginkgo biloba

BIOFLAVIN, KIADON, TANAKAN, TEBONIN

INFORMATIVO TÉCNICO

O Ginkgo biloba tem sido usado para tratar desordens de circulação relacionadas com a idade, perda de memória, câncer, asma e outras doenças pulmonares, deficiência na audição e disfunções sexuais. O Ginkgo biloba é um fitoterápico com as seguintes propriedades farmacológicas: efeitos protetores neurocerebrais pela melhora da permeabilidade da membrana cerebral, elevando a tolerância à hipóxia e inibindo o edema cerebral, protegendo, portanto todo o tecido cerebral dos efeitos da hipóxia e da isquemia.

Qual a importância do ginkgo biloba

O extrato inibe a redução dos receptores muscarinérgicos, alfa2 e 5HT1A provocada pela idade, melhora a absorção de colina para o hipocampo, e aumenta a performance da memória e da capacidade de aprendizagem, melhora as propriedades hemorreológicas do sangue e da perfusão circulatória, primariamente na área de microcirculação. Combate os radicais livres e atua antagonicamente no PAF: fator de agregação plaquetária.
Estudos toxicológicos revelaram uma grande segurança no exfrato de ginkgo sem apresentar efeitos teratogênicos, mutagênicos ou carcinogênicos. Em estudos clínicos duplo-cego foi possível substanciar a eficácia clínica do Extrato de Ginkgo Biloba em pacientes idosos com distúrbios leves a moderados da função cerebral e seus sintomas relacionados, ambos de origem vascular e na demência degenerativa primária do tipo Alzheimer, bem como uma forma mista de ambos.
Em pacientes com doença periférica arterial oclusiva, claudicação intermitente, o Extrato de Ginkgo Biloba demonstrou ser significantemente superior ao tratamento com placebo. Adicionalmente, foi possível demonstrar um efeito significante do Extrato de Ginkgo Biloba no tinnitus e vertigem. O extrato é bem tolerado, com uma faixa muito baixa de efeitos colaterais.


O Ginkgo biloba tem sido usado para aliviar a tensão e ansiedade e melhorar o alerta mental, elevar o humor e recuperar a energia. Como preventivo e para problemas circulatórios nas extremidades, o Extrato de Ginkgo Biloba, padronizado para conter 24% de flavonóides e 6% de terpenolactonas, é recomendado em uma dosagem diária de 80mg, divididas em duas ou três doses. Dosagens diárias de 240mg podem ser necessárias em alguns casos de insuficiência cerebrovascular, estágios iniciais de Alzheimer, depressão resistente e danos cerebrais menores.
Concentração dos Princípios Ativos por cápsula: O extrato está padronizado em 19,2 mg de glicosídeos ginkgoflavonóides e 4,8 mg de terpenolactonas por cápsula. O que equivale a 80mg do extrato.

Indicações principais: Ginkgo Biloba é um facilitador do fluxo sangüíneo arterial, cerebral e periférico. Ativador do metabolismo neuronal. Redutor da hiperagregabilidade de plaquetas e eritrócitos. Protetor da rede capilar, aumentando sua resistência e diminuindo sua hiperpermeabilidade. Protetor da integridade estrutural das membranas celulares contra ataque de radicais livres. Está indicado para casos de deficit de memória, dificuldade de concentração, tonturas, vertigens, zumbidos. Claudicação intermitente, parestesias, cãibras noturnas, frialdade das extremidades, edemas ortostáticos, tratamento auxiliar das úlceras varicosas e distúrbios tróficos. Tratamento de microvarizes, ulceras varicosas, cansaço das pernas, artrite dos membros inferiores.
Processos causados pelo abastecimento deficiente de oxigênio e substâncias nutritivas. Casos de dor, palidez e cianose das extremidades com sensação de frio.
Tratamento de toda ísquemia seja cerebral ou periférica. Casos de vertigens, deficiências auditivas, perda de memória e dificuldade de concentração. Tratamento profilático do envelhecimento celular e tratamento estético pela sua ação protetora contra radicais livres e pela inibição da destruição do colágeno. Tratamento nos processos vasculares degenerativos. Prevenção de edema cerebral.


Contra Indicações, reações adversas, efeitos colaterais e precauções: Podem ocorrer distúrbios gastrintestinais e, especialmente em casos de predisposição alérgica, transtornos circulatórios, Incluindo queda de pressão arterial, cefaléia ou reações cutâneas. Pacientes com distúrbios de coagulação ou em terapia com anticoagulantes em doses elevadas. Por ausência de estudos clínicos em gestantes e lactantes, o uso de Extrato de Ginkgo Biloba nessas situações deve ser cuidadosamente analisado pelo médico.
Interações medicamentosas ou com alimentos: Não há casos de interações com outros medicamentos, podendo haver administração concomitante de agentes antianginosos, uricosúricos, hipoglicemiantes orais e anticoagulantes. Pacientes com distúrbios de coagulação devem ser cuidadosamente acompanhados pelo médico.
Restrições ou cuidados que devem ser considerados: Nos normotensos, verifica-se uma perfeita estabilidade tensional; já nos hipertensos se verifica muitas vezes uma baixa, discreta e progressiva, dos valores tensionais.
Posologia: A doese recomendada é de 1 cápsula de 80 mg, duas vezes ao dia, ou a critério médico. O produto deve do, preferencialmente durante as refeições.
Gravidez e lactação: Não deve ser utilizado durante a gestação e lactação devido à ausência de estudos clínicos nessas condições.
Superdosagem: Os sintomas característicos de superdosagem são: irritabilidade, agitação, diarréia e vômito. No caso de sintomas de superdosagem procurar orientação médica.


AÇÃO TERAPEUTICA

As indicações do Ginkgo Biloba são para o tratamento sintomático de insuficiência cerebral leve a moderada com os seguintes sintomas: déficits de memória, distúrbios de concentração, condição depressiva emocional, tontura, dor de cabeça; sintoma de déficit intelectual na 3a idade (distúrbios na concentração e memória) melhora na distância percorrida sem dor na doença periférica arterial oclusiva, como a claudicação intermitente; vertigem ou tinnitus de origem vascular e involutiva. Para o cérebro funcionar adequadamente, é necessário que ele receba um suprimento constante de oxigênio e nutrientes pelo sangue. Qualquer disfunção que interrompa o fluxo sangüíneo pode provocar um efeito profundo na função mental. Se essa disfunção ocorrer cronicamente por muitos anos devido à arteriosclerose, o resultado é freqüentemente perda da função cognitiva e demência, incluindo lapsos de memória, perda de concentração, habilidade intelectual diminuída, visão deficiente, ansiedade, perda de equilíbrio e vertigem. Fluxo sangüíneo deficiente também pode provocar dores de cabeça, depressão, confusão e , no caso mais severo, acidente vascular cerebral. Os bioflavonóides do Extrato de Ginkgo Biloba apresentam uma atividade biológica mais forte dos que a maioria dos demais bioflavonóides e parecem ter afinidade específica pelos capilares do cérebro. Suas funções incluem:

2.1) Dilatação de Vasos Sanguíneos:

2.2) Aumento do conteúdo de oxigênio no sangue: Demonstrou-se que o sangue rico em oxigênio eleva a memória.

2.3) Melhora da neurotransmissão:

2.4) Melhora da função Cognitiva:

2.5) Inibição do Fator de Agregação Plaquetária (PAF):

2.6) Melhora do Metabolismo Cerebral:

2.7) Combate aos radicais livres:

2.8) Proteção contra Retinopatias:

Dano ou lesão nas células da retina é uma causa comum de cegueira em pessoas com diabetes e outros problemas maculares. Numerosos estudos demonstraram que o extrato de ginkgo reduz a suscetibilidade dessas células à injúria.


Toxicidade crônica: A toxicidade crônica do Extrato de Ginkgo Biloba foi efetuada no rato e no cão. O tratamento diário a longo prazo no rato (27 semanas) e no cão (26 semanas) com posologias diárias constantes de 20 e 100mg/kg e progressivamente aumentadas de 300, 400 e 500mg/kg não determinou perturbações biológicas ou hematológicas e nenhuma lesão histológica. Em particular, as funções hepática e renal não foram alteradas. No cão - no qual se conhece por vezes uma sensibilidade muito particular, observaram-se perturbações transitórias: vasodilatação facial e sinais clínicos interpretados como resultantes de uma cefaléia devida a uma vasodilatacão cerebral. Nenhuma lesão de fundo de olho foi observada. Estas manifestações apareceram após 35 dias de tratamento e com altas doses (400mg/kfs/dia) o que equivaleria para um homem de ó0kg a uma tomada diária de 24 gramas. Com a dose de 100mg/kg/dia, elas foram muito mais leves e só apareceram em alguns animais. Nenhuma manifestação foi observada nos cães medicados com uma posologia de 20mg/kg/dia, o que corresponderia a uma dose de 1 200mg para um homem de 60kg

Teratogenicidade:Um estudo foi efetuado por via oral nas doses de 80 e 160mg/kg em camundongo, rata e na coelha. O Extrato de Ginkgo Biloba não provocou nenhuma alteração na morfogênese das ratas, camundongos e coelhas, tratadas durante o período crítico após a fecundação. O produto não mostrou nenhum efeito nocivo sobre a reprodução quer se tratasse de mortinatalidade ou de malformações, onde se concluiu que os resultados foram inteiramente satisfatórios nestas três espécies.
BIOFLAVIN (HERBARIUM); KIADON (MERCK); TANAKAN (KNOLL); TEBONIN (BYK)
 
 
Fonte: Dr Geraldo José Ballone (site PsiqWeb)
Fonte na internet:
http://www.portaleducacao.com.br/farmcia/artigos/67/ginkgo-biloba

Autor pesquisador: Vitorio Helatczuk

Montagem: Vitorio Helatczuk

Comentários  

 
0 #1 manoel santos 03/07/2012 14:43
muito bom esse estudo, de fato é medicional
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