ORIENTATIVO SALA DE EDUCADOR 2011

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Orientativo para o Projeto Sala de Educador 2011

A formação continuada tem se apresentado como a saída possível para a melhoria da qualidade da educação dentro do contexto educacional contemporâneo; mas se quisermos contribuir para que isso ocorra, teremos de partir das culturas das comunidades educativas, dar vez e voz aos profissionais da unidade escolar e a devida importância aos contextos para a compreensão da ação formativa ou educativa. Nesse sentido, a compreensão da cultura da escola e do papel dos atores educativos é fundamental para qualquer esforço de reforma (SIMONS, 1999). É com essa expectativa que a Secretaria de Estado de Educação/ Superintendência de Formação dos Profissionais da Educação implantou e implementa o Projeto Sala de Educador, cujo principal objetivo é fortalecer a escola como lócus de formação continuada, por meio da organização de grupos de estudos que priorizem o comprometimento do coletivo da escola com a melhoria da qualidade social da educação. Clique no leia mais para ver todo o orientatvo.

Orientativo para o Projeto Sala de Educador 2011

A formação continuada tem se apresentado como a saída possível para a melhoria da qualidade da educação dentro do contexto educacional contemporâneo; mas se quisermos contribuir para que isso ocorra, teremos de partir das culturas das comunidades educativas, dar vez e voz aos profissionais da unidade escolar e a devida importância aos contextos para a compreensão da ação formativa ou educativa. Nesse sentido, a compreensão da cultura da escola e do papel dos atores educativos é fundamental para qualquer esforço de reforma (SIMONS, 1999).

É com essa expectativa que a Secretaria de Estado de Educação/ Superintendência de Formação dos Profissionais da Educação implantou e implementa o Projeto Sala de Educador, cujo principal objetivo é fortalecer a escola como lócus de formação continuada, por meio da organização de grupos de estudos que priorizem o comprometimento do coletivo da escola com a melhoria da qualidade social da educação.

Fortalecer a escola como lócus de formação significa proporcionar ao profissional espaço e tempo para sua formação de maneira contínua, a um só tempo, individual e coletivamente. Dentre os desafios inerentes à conquista deste objetivo, destaca-se o de elaborar projetos que centram a vida escolar e os problemas que nela se apresentam, enfatizando que esses grupos constituídos não se fechem em si mesmos, mas alarguem progressivamente a sua esfera de ação, construindo na e pela prática a cultura de coletividade solidária que os novos tempos requerem.

Na política de formação dos profissionais da educação básica de Mato Grosso (Seduc, 2010) está posto que todos os profissionais da escola tem o  papel de educadores do coletivo. Essa política está subsidiada pela Lei Federal nº 12.014/2009 (art. 1º) que considera como profissionais da educação escolar básica três categorias de trabalhadores, quais sejam:

“I – professores habilitados em nível médio ou superior para a docência na educação infantil e nos ensinos fundamental e médio;

II – trabalhadores em educação portadores de diploma de pedagogia, com habilitação em administração, planejamento, supervisão, inspeção e orientação educacional, bem como com títulos de mestrado ou doutorado nas mesmas áreas;

III – trabalhadores em educação, portadores de diploma de curso técnico ou superior em área pedagógica ou afim.”

 

Desse modo, a política estende o foco de seus investimentos da formação do conjunto de professores para abranger a todos os profissionais que atuam na escola. Sob a regulamentação da Lei Complementar nº 50/1998 (Art 2º), em Mato Grosso,

 

“entende-se por Profissionais da Educação Básica o conjunto de professores que exercem atividades de docência ou suporte pedagógico direto a tais atividades, incluídas as de coordenação, assessoramento pedagógico e de direção escolar, e funcionários Técnico Administrativo Educacional e Apoio Administrativo Educacional, que desempenham atividades nas unidades escolares e na administração central do Sistema Público de Educação Básica.”

 

Mudar a denominação de projeto “Sala de Professor”, criado em 2003, para “Sala de Educador” significa assumir essa concepção –

 

“a escola de espaço de ensino-aprendizagem, concentrado na sala de aula, passou a ser espaço educativo, com múltiplas tarefas, várias delas confiadas não somente aos professores, mas a outros funcionários”. (MORAES, 2009, p. 400)

 

Para que isso ocorra, o Projeto Sala de Educador deve trazer o essencial da ação educativa de formação continuada de profissionais e organização escolar: toda construção deve ser coletiva, a partir da análise do real e do questionamento das teorias que permitem interpretá-lo ou esclarecê-lo (ESTRELA, 2006:61); com isso, os profissionais da educação estudam e refletem sobre e na prática, aprofundando os conhecimentos teórico-metodológicos de modo a contribuir nas intervenções necessárias ao fazer pedagógico existente na escola.

Para o fortalecimento do projeto Sala de Educador na escola, a Seduc/SUFP conta com os formadores dos Cefapros, que tem como papel principal o de implementar, orientar, aprovar, intervir, acompanhar e avaliar os projetos elaborados pelas Unidades Escolares contribuindo para a melhoria do ensino e da aprendizagem em toda  Educação Básica.

A equipe do Cefapro, ao orientar as escolas na elaboração de seus projetos, entre outros diagnósticos como IDEB, ENEM, Prova Brasil, deve considerar os indicadores do SIGA - Sistema Integrado de Gestão da Aprendizagem - e orientar a formação articulada à área de atuação do professor e do funcionário, observando as Orientações Curriculares da Educação Básica de Mato Grosso, estimulando os profissionais da unidade escolar a olhar a sua prática, o seu contexto, a sua realidade, diagnosticando os desafios que deverão ser superados.

 

DA ELABORAÇÃO DO PROJETO

 

     O coletivo da escola deve construir seu Projeto Sala de Educador a partir da análise situacional do Projeto Político Pedagógico e PDE, tendo como base as Orientações Curriculares do Estado de Mato Grosso e considerando as dificuldades didático-pedagógicas e formativas da unidade escolar. Para isso, a escola deverá desenvolver um projeto Sala de Educador, contemplando os subprojetos (por ciclo, modalidades, áreas, etc), que enfoquem as necessidades de formação, bem como, possíveis ações de intervenção pedagógica da escola no processo de ensino aprendizagem, definindo estratégias de estudos com os professores e funcionários que possam ser reorganizadas no decorrer do processo, de acordo com os novos desafios que se apresentem.

Indicar no Projeto, além do que será desenvolvido pelo próprio grupo de professores e coordenadores pedagógicos, o que será necessário para a intervenção dos formadores do CEFAPRO a fim de que os objetivos propostos sejam alcançados.

A Coordenação do Projeto Sala de Educador na escola é de responsabilidade do (a) Coordenador (a) Pedagógico (a) da unidade escolar, sob acompanhamento, orientação e avaliação do coordenador de formação e professores formadores do CEFAPRO.

O coordenador (a) pedagógico (a) elaborará, em conjunto com os participantes do Projeto Sala de Educador, as anotações (caderno de campo) durante os encontros, para facilitar a construção do relatório semestral, que deverá ser entregue ao CEFAPRO, na primeira quinzena de agosto (do primeiro semestre), e na primeira quinzena do mês de novembro (do segundo semestre).

A escola confeccionará conforme modelo padronizado (ver anexo III) os certificados do Projeto Sala de Educador, que deverá ser assinado pelo diretor (a) e secretário (a) da Escola, de acordo com o acompanhamento das ações de formação pela equipe do CEFAPRO que fará o chancelamento dos mesmos, conforme o decreto nº 1395, de 16 de junho de 2008, Art. 2º §único. O chancelamento só será efetivado mediante a verificação do mapa final padrão conforme anexo II e os relatórios semestrais conforme orientativo do anexo I.

PAPEL DO CEFAPRO

v   Orientar a elaboração do Projeto Sala de Educador;

v Aprovar, acompanhar e avaliar a execução do Projeto Sala de Educador em cada unidade escolar;

v Realizar a formação dos coordenadores pedagógicos, articuladores das unidades escolares da rede pública;

v Realizar a formação com grupos específicos de professores, na unidade escolar, de acordo com as dificuldades que ainda não foram dirimidas pelo grupo, após trabalho entre os professores e os coordenadores pedagógicos;

v Elaborar cronograma de formação em atendimento às escolas, a partir das necessidades elencadas em seu Projeto Sala de Educador;

v Chancelar os certificados da participação dos profissionais no Projeto Sala do Educador;

v Articular com a assessoria pedagógica dos municípios, ações que visem à efetiva implantação e implementação do Projeto Sala de Educador nas escolas;

v Formar, assessorar e orientar de acordo com a Política de Educação Estadual, a equipe gestora das Secretarias Municipais de Educação, em Cooperação Técnica com os Centro de Formação e Atualização dos Profissionais da Educação –CEFAPRO, as quais serão responsáveis pela implantação, implementação, acompanhamento e monitoramento do projeto Sala do Educador nas escolas municipais.

v Participar dos momentos pedagógicos desenvolvidos na escola, não se restringindo ao Projeto Sala do Educador;

v Articular, com os demais formadores, a participação nos estudos desenvolvidos na escola, de modo a atender à diversidade de situações de intervenções de que a escola necessita;

v Organizar banco de dados dos profissionais das escolas de forma a facilitar o acompanhamento e orientação do CEFAPRO.

PERÍODO DE IMPLANTAÇÃO

v Inicio do ano letivo durante a Semana Pedagógica, por meio da elaboração do Projeto Sala de Educador como mecanismo de Formação Continuada da Escola em consonância com o Projeto Político Pedagógico – PPP e PDE e OCs.

v As escolas deverão encaminhar (impresso e digital) o projeto ao CEFAPRO até o dia 04 de março de 2011.

v O CEFAPRO terá 15 dias úteis após o recebimento dos projetos para encaminhar as devolutivas às escolas, orientando o início do projeto.

v Ao receberem as devolutivas do CEFAPRO, as escolas devem iniciar a execução do projeto de imediato.

v Não será computada carga horária para fins de certificação a escola que iniciar a formação sem o projeto estar validado pelo CEFAPRO.

PERIODICIDADE DOS ENCONTROS

v A elaboração dos encontros deve ser organizada, coletivamente, obedecendo à carga horária e utilizando parte da hora atividade para o desenvolvimento do projeto Sala de Educador, que terá um total mínimo de 80 horas no ano letivo, podendo ser distribuídos 50h no primeiro semestre e 30 no segundo, para evitar transtornos no final do ano ou ainda 40 h por semestre a critério da escola.

v Os encontros do Projeto Sala de Educador deverão ter duração máxima de 4h.

v Serão garantidos os estudos dos funcionários, conforme ocorre com os professores efetivos, dentro das trinta horas do trabalho de cada profissional (observando que esses momentos – horários de estudo - podem ocorrer em horários diferentes do seu horário de trabalho).

DA CERTIFICAÇÃO

v As escolas serão responsáveis pelo acompanhamento da freqüência para emissão dos certificados. Deverão enviar os relatórios (impresso com carimbo e assinatura da coordenação pedagógica, e digital) do primeiro semestre até a primeira quinzena do mês de agosto e o referente ao segundo semestre na primeira quinzena de novembro. No segundo semestre a escola deve encaminhar junto com o relatório, o mapa final conforme anexo II, contendo a relação dos participantes e a freqüência com a respectiva carga horária, a relação de conteúdos abordados durante os encontros e os certificados impressos conforme modelo anexo III, para serem chancelados pelo CEFAPRO.

v Receberá certificação no projeto Sala de Educador o profissional que contar com 75% de freqüência. Neste caso, o participante receberá o certificado com carga horária completa, porém no verso do certificado será especificado o percentual de participação obtido.

v O Profissional que não atingir 75% de freqüência anual receberá certificação com carga horária proporcional referente à Formação Continuada e não terá validade como Sala de Educador, devendo o mesmo ser emitido e chancelado pela escola.

v O Profissional que tiver freqüência inferior a 50% não receberá certificação.

v Só terá validade como Projeto Sala de Educador quando a carga horária for de no mínimo 80 horas. Caso não atinja esta carga horária a certificação será somente como Formação Continuada. Neste caso, os certificados serão emitidos pela escola e não necessitam do chancelamento do CEFAPRO.

v O coordenador pedagógico ou aquele que atuar na coordenação dos grupos de estudos receberá a certificação de coordenador de grupo de estudos, observando o mínimo de 75% de freqüência, não acumulando certificado de coordenador e de participante e não excedendo a um (01) certificado;

ROTEIRO PARA A ELABORAÇÃO DOS PROJETOS: SALA DE EDUCADOR  E PROJETO DE INTERVENÇÃO

 

1.                 IDENTIFICAÇÃO: (capa)

· Identificação da escola: nome, endereço, telefone e-mail etc.

· Titulo do projeto;

· Nome dos autores, com identificação do setor a que pertencem;

· Local e data da elaboração do projeto;

 

2.                 APRESENTAÇÃO:

· Caracterizar o contexto onde o projeto será desenvolvido (contexto sócio-econômico-político-cultural onde a escola está inserida)

· Identificar os segmentos e ciclo (modalidade de atendimento)

 

3.                 JUSTIFICATIVA: (o que é, por que...?)

· O que é o Projeto Sala do Educador e o porquê dos temas abordados.

 

4.                 OBJETIVOS

· Definição clara e precisa das ações que se pretende alcançar com o projeto;

· Deve-se observar a correlação dos objetivos com a metodologia do projeto;

· Os objetivos gerais e específicos de acordo com os temas.

 

5.                 FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA (E/Ou Revisão Bibliográfica):

Nesta parte, apresenta-se os autores e as abordagens teóricas sobre o tema tratado no projeto com o objetivo de embasar as discussões nos encontros de formação continuada – Sala de Educador – possibilitando, a partir desses estudos, a transposição didática na resolução do problema estudado, visando a melhoria do processo ensino aprendizagem.

6.                 METODOLOGIA: (como?)

Parte em que se explicita a forma de desenvolver as atividades, os textos a serem trabalhados, isto é, os detalhes relativos à efetivação do projeto:

·             Caminhos metodológicos

7.                 RECURSO FINANCEIRO

A Unidade Escolar deve prever recursos, no Plano de Desenvolvimento Escolar –PDE, conforme a Instrução Normativa Nº 001/2008/GS/SEDUC art. 1º alínea III, que dispõe sobre a implementação do Projeto Político Pedagógico, para garantir os materiais necessários para a execução do Projeto Sala de Educador.

8.                 CRONOGRAMA

Relatar a periodicidade dos encontros com data, duração e tema abordado, conforme tabela abaixo:

Nº Encon.

Dia

Mês

Assunto

Total Horas

01

10

Abril

A avaliação no cotidiano escolar

4h

 

 

9.                 AVALIAÇÃO:

A escola deverá fazer uma avaliação escrita semestralmente a respeito do desenvolvimento do Projeto Sala de Educador, devendo a mesma, estar prevista no cronograma das atividades, com o objetivo de verificar o nível de aproveitamento dos participantes, para possíveis retomadas. É importante observar os aspectos abaixo relacionados:

 

1 – Os temas abordados no Projeto Sala de Educador atenderam as expectativas formativas do grupo de professores e funcionários da unidade escolar?

 

2 – As discussões e reflexões feitas durante os encontros surtiram efeitos para prática pedagógica?

 

3 – Como foram realizados os encontros e como é o envolvimento dos professores, funcionários, coordenadores e direção da escola nas discussões?

 

4 – O Projeto Sala de Educador foi criado para que a escola seja um espaço de discussão, reflexão e realização de suas próprias práticas. Consciente dessa importância do projeto e realizando uma reflexão crítica, é possível dizer que o Projeto Sala de Educador tem contribuído para melhoria do desempenho de toda a comunidade escolar? Por quê?

 

5 – Avalie o Projeto Sala de Educador, quanto:

a)                 Organização.                   

b)                Materiais utilizados.         

c)                 Apresentação dos temas.

d)                Horário de início e término.

e)                 Postura e participação dos professores, funcionários, coordenadores e

direção da escola.

  • As questões elencadas acima são sugestões e podem ser revistas conforme as necessidades da escola;
  • As avaliações deverão ser analisadas e posteriormente arquivadas juntamente com o Projeto Sala de Educador, o caderno de anotações dos encontros e demais materiais trabalhados.

 

10.              REFERÊNCIAS (BIBLIOGRÁFICAS)

Citar as fontes utilizadas durante os encontros (se utilizar o capítulo de um livro como fonte, relatar os dados bibliográficos da obra).

 

11. QUADRO DOS PROFISSIONAIS DA ESCOLA QUE PARTICIPAM DO SALA DE EDUCADOR

Colocar os dados dos profissionais que participam do Sala de Educador.

 

Profissionais

Situação

Funcional

Graduação

Pós-graduação

Área de

atuação

Carga

Horária

01

José da Costa

Efetivo

Matemática

-

Matemática

30 h

 


Relação das escolas do Polo de Juina com o formador (a) do CEFAPRO responsável pelo acompanhamento ao Projeto Sala do Educador.

MUNICÍPIO

ESCOLA ESTADUAL

FORMADOR

01

Juína

E.E. Dr. Artur Antunes Maciel

Gilvano Teixeira Bastos

02

Juína

E.E. Dr. Guilherme F.de A. Lima

Vitorio Helatczuk

03

Juína

E.E. Pe. Ezequiel Ramin

Salma M. Lemes

04

Juína

E.E. Marechal Rondon

Antonio Marcos A. da Costa

05

Juína

CEJA  Alternativa

Sílvia Regina de Oliveira

06

Juína

E.E. 7 de Setembro

Lourdes Alves de Souza

07

Juína

E.E. 9 de Maio

Cenira Ap.D.Montani

08

Juína

E.E. 21 de Abril

Ednéia Martins Buch

09

Juína

E.E. Antônio Francisco Lisboa

Wilson Ap. Pereira

10

Juína

E.E. Ana Néri

Márcia Pereira

11

Juína

E.E.Indígena Ricardo J.Cinta Larga.

Paulo Henrique Skiripi

12

Juína

E.E. Indígena Cacique Matsã

Paulo Henrique Skiripi

13

Castanheira

E.E. Maria Quitéria

Márcia Pereira

14

Castanheira

E.E. Paulo Freire

Antonio Marcos A. da Costa

15

Castanheira

E.E. Mario Andrade

Antonio Marcos A. da Costa

15

Colniza

E.E. Bernardino Gomes da Luz

Gilvano Teixeira Bastos

16

Colniza

E.E.Vinícius de Morais

Salma Maria Lemes Martins

17

Colniza

E.E Tarsila do Amaral

Ednéia Martins Buch

18

Colniza

E.E.Maria Miranda Araújo

Salma Maria Lemes Martins

19

Cotriguaçu

E.E.Benício Trettel da Silva

Cenira Ap. D. Montani

20

Cotriguaçu

E.E. Maria da Glória Vargas Ochôa

Márcia Pereira

21

Cotriguaçu

E.E. André Antônio Maggi

Wilson Ap. Pereira

22

Cotriguaçu

E.E.Sidney Cesar Fuhr

Wilson Ap. Pereira

23

Brasnorte

E.E.Ewaldo Meyer Roderjan

Sílvia Regina de Oliveira

24

Brasnorte

E.E.I Xinui Myky

Paulo Henrique Skiripi

25

Brasnorte

E.E..I.E.B Myhyinymykkyta Skiripi

Paulo Henrique Skiripi

26

Brasnorte

E.E.I.E.B Tapurá Iranque.

Paulo Henrique Skiripi

27

Juruena

E.E. Dom Aquino Corrêa

Lourdes Alves de Souza

28

Aripuanã

E.E.Elídio Murcelli Filho

Vitório Helatczuk

29

Aripuanã

Dom Franco Dalla Valle

Gilvano Teixeira Bastos

30

Aripuanã

E.E.I Pasapkareei

Paulo Henrique Skiripi

31

Aripuanã

E.E.I Adeca Vela Arara

Paulo Henrique Skiripi

32

Aripuanã

E.E. São Francisco de Assis

Vitório Helatczuk

Autor: Cefapro de Juina

Montagem: Vitorio

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