PROJETO DE INTERVENÇÃO

Atenção, abrir em uma nova janela. PDFImprimirE-mail

PROJETO DE INTERVENÇÃO

Atenção já está disponivel para download, no menu ARQUIVOS e depois novamente na opção arquivos, o QUADRO DE DETALHAMENTO DO PROJETO DE INTERVENÇÃO e as ORIENTAÇÕES para a eleboração do projeto. Ou para a leitura, clique em leia mais.

Orientações para o desenvolvimento do Programa Sala de Professor 2008

                                                                  “... semear desejos, estimular projetos, consolidar uma arquitetura de valores que os sustente, e, sobretudo, fazer com que os alunos saibam articular seus projetos pessoais com a coletividade na qual se inserem, sendo, portanto competentes”.

     A Coordenação de Formação Continuada do CEFAPRO - Pólo de Juina a partir das percepções construídas durante a execução da formação continuada realizada nas escolas públicas do Pólo de Juina no ano letivo de 2007, propõe ressignificações e delineações no que se refere a uma ação pedagógica de Formação Continuada mais comprometida com o sucesso escolar de todos os alunos. Partindo desta proposição, pretendemos que a Formação Continuada possibilite através da investigação e análise de situações sistemáticas construir ações verdadeiramente possíveis de provocar transformações nas concepções  teóricas-práticas dos educadores e que estas possibilitem o sucesso na aprendizagem,tendo por base três pilares da educação: Estética da sensibilidade: aprender a conhecer e fazer – Criatividade; Política da igualdade: aprender a conviver – Direitos e deveres; Ética da identidade: Aprender a ser – Autonomia.

Sabemos que mesmo tendo alcançado grandes avanços durante o Programa  Sala de Professor  desde sua implantação, é fundamental o estabelecimento de novas definições e metas que sejam  mais esclarecedoras e  que fortaleçam as escolas públicas do Pólo de Juina, tendo em vista a importância que estas exercem no processo de formação social, cultural, humana e ética da sociedade na qual estão inseridas.O Programa formação continuada de professores de escolas públicas deve ter como principio básico a busca por desenvolver ações  pedagógicas fundamentais articulando propostas que possibilitem a formação de professores sobre a necessidade de tornar mais atraente e prazerosa a prática pedagógica, tanto para educadores quanto para educandos e com isso construindo aprendizagem significativa para ambos. Assim lembramos  Paulo Freire quando afirma que:

“É pensando criticamente a prática de hoje ou de ontem é que se pode melhorar a próxima prática.”

"Não há ensino de qualidade, nem reforma educativa, nem inovação pedagógica, sem uma adequada formação de professores". (Nóvoa, 1992:9).  

Embasados nas afirmações de Nóvoa e Freire que acreditamos que reorganizar  o Programa Sala de Professor é condição "sine qua non" para que os professores possam coletivamente construir  a partir da  analise situacional da escola e de sua turma, ações de formação continuada priorizando verdadeiras propostas de trabalho pedagógico .Pretende-se então  que o coletivo da escola  possa realizar a partir da analise situacional a construção de uma  proposta de  superação da ou das problemática(s) apontada(s), sendo  que estas ao  serem apontadas  deverão ser atendidas aquela situação indicada como prioritária da escola, no que se refere ao campo pedagógico. Partindo sempre do principio: problema/conseqüência/causa. Após esta definição o grupo da escola deverá coletivamente definir qual será a diretriz do Projeto Sala de Professor a ser desenvolvido. Nesta perspectiva não se pode perder de vista o projeto político-pedagógico porque é através dele e com ele que efetivamos as ações educativas, que devem nos remeter a uma reflexão sobre a relação do homem no mundo e com o mundo. É imprescindível, neste processo o trabalho coletivo, a mediação pelas quais possam lançar mão das experiências e saberes do grupo a fim de construir e reconstruir uma escola que priorize a aprendizagem tanto de educadores como de educandos.

O processo pedagógico de Formação Continuada exigiu encaminhamentos que permitam o desenvolvimento de habilidades e competências e o desejo de superar a relação reprodutivista entre o conhecimento teórico e a prática de sala de aula e com isso construir uma relação de aprendizagem em mão dupla, na qual tanto professor quanto alunos são aprendizes.

Para o ano letivo 2008 o projeto Sala de Professor será organizado de maneira que seja possível executar intervenções que superem as deficiências anteriormente apontadas. Desta forma será possível a escola comprovar suas ações de intervenção pedagógica, por meio da definição das estratégias e das muitas atividades realizadas pela equipe no desenvolvimento do trabalho pedagógico. Ao estabelecer suas metas e objetivos, o coletivo da escola compromete-se em executar ações que serão detalhadas em projetos a serem apresentados e anexados a pasta de acompanhamento da participação do professor no Projeto Sala de Professor encaminhado para o CEFAPRO-Pólo de Juina. Estes projetos deverão ser construídos a partir das seguintes orientações:

 

Etapas do projeto

 

I - Identificação do Projeto:

Escola, Direção, Coordenação Pedagógica, Modalidade/ Nível

Anexo (Perfil dos professores envolvidos, Situação Funcional, Graduação/ Pós, Área de Atuação, Identificação das possibilidades e limites. Jornada de trabalho)

 

II - Analise situacional:

Propõe a conscientização da realidade escolar no campo pedagógico e propicia  a possibilidade de reflexão produtiva sobre os aspectos críticos da vida institucional, comprometendo-se  a revisão dos propósitos fundamentais a serem atendidos.

 

III - Problematização:

É nesta fase que será detectado  qual a fraqueza da escola no que se refere a aprendizagem dos alunos,(o que sabem e o que ainda não sabem). É a partir das hipóteses levantadas nesta etapa que o projeto é organizado pelo grupo.

 

IV - Objetivos:

Os objetivos são classificados de duas formas.

 a) - Objetivo  Geral   - é apenas um, é a ação mais distante, a mais longe, o ponto de partida para todas as ações do projeto.

 b) - Objetivos Específicos - onde colocamos frases curtas começando com verbos no infinitivo (Exemplo: estudar o baixo desempenho dos alunos nas aulas expositivas.). Os objetivos específicos devem ser em número de, mais ou menos, oito a dez.

        

V - Metas:

Resultado quantitativo ou qualitativo que precisa alcançar em um prazo determinado, dada a estratégia escolhida, no contexto do seu ambiente para concretizar a sua visão de futuro e cumprir sua missão.

 

VI - Ações:

Indica o que se vai realizar  para atingir as metas. São as atividades propostas.

a)      - Detalhamento de Ações: Expor em detalhes como será desenvolvido a formação ou projeto de intervenção em sala de aula;

VII -  Justificativa:

A justificativa é um elemento chave no trabalho. É nela que será indicado os aspectos relevantes do projeto. Nela é necessário explicar por que o projeto é importante. Não existem regras específicas para uma boa justificativa, isso dependerá muito de como será construído o trabalho. É necessário que se enfoque a problematização de  tema. Exemplo:  Como a necessidade em se realizar estudos sobre  metodologias de ensino que superem a aula expositiva vez que esta apresentou-se como sendo fator  preponderante para o baixo desempenho de  aprendizagem dos alunos, poderá superar as deficiências apontadas? A problematização de seu tema é fundamental para você conseguir uma justificativa.

 

VIII - Desenvolvimento:

Momento em que são elaboradas estratégias para buscar respostas às questões hipóteses formuladas na etapa de problematização.

IX - Cronograma: Ao você concluir o projeto é necessário estabelecer em quanto tempo será  realizá-lo. Para tanto terá que construir um cronograma no qual indicará as etapas a serem realizadas.

X - Monitoramento e Avaliação:

Deve acontecer entremeada com as demais etapas e ainda ao final de toda tarefa; pretende-se, com a avaliação, melhorar o processo, aprimorando todos os envolvidos: o processo educativo não pode ter compromisso com avaliações que selecionem os melhores dos menos capazes.

 

 XI – Relatório:

O relatório, como o próprio nome diz, é o relato detalhado de um trabalho sistematizado. Uma atividade prática de um trabalho de intervenção em uma realidade culmina com a elaboração do relatório, conferindo a este, portanto, o papel de ser parte das ações práticas.

Ao se redigir um relatório, deve-se sempre ter em mente as seguintes questões:

a- Quem ler este relatório conseguiria entender o que foi feito e como?

Os relatórios de Formação continuada deverão ser encaminhados em dois momentos: a) Bimestralmente – a ser entregue ao professor formador do CEFAPRO responsável pelo acompanhamento na escola, contendo um breve relato de como está sendo realizada a Formação Continuada e a dificuldades existentes, para que o mesmo possa oferecer suporte. b) Semestralmente, no qual estarão indicadas  as seguintes situações :

Ao elaborar o relatório o Coordenador de Formação terá oportunidade de exercitar a reflexão sobre a prática ao coordenar as ações de formação continuada e os efeitos destas no trabalho profissional. Dessa forma a elaboração também contribui como material rico de análise para os integrantes do Programa. Este roteiro foi pensado principalmente sobre o registro que construirão para documentar esse trabalho.

1ª ) Análise descritiva do desenvolvimento pedagógico do Projeto Sala de Professor na instituição escolar;

a)     - Análise do desenvolvimento dos temas de estudos propostos no bimestre;

b)    - Análise do trabalho em relação ao desenvolvimento de competências profissionais;

 

2ª) Auto-avaliação do Coordenador de Grupo.

a)      - Análise do trabalho em relação ao desenvolvimento de competências profissionais;

b)     - Análise da atuação do Coordenador de Grupo.

A elaboração do Relatório Circunstanciado do Coordenador de Formação Continuada e sua equipe formadora deve ser uma síntese do trabalho realizado nos grupos de estudos, partindo de uma análise da atuação dos Coordenadores desses Grupos, em cada turma, indicando precisamente avanços e dificuldades. Desta forma, o Coordenador de Grupo deve basear-se também nas observações feitas pelos professores, até sobre sua atuação e nas discussões e intercâmbios que realizará com outros Coordenadores de Grupo de outros ciclos, áreas ou unidades escolares, criando assim uma rede para o Projeto Sala de Professor.

Aspectos a serem contemplados na análise do Coordenador de Grupo:

  • Houve evasão significativa no decorrer dos encontros para o desenvolvimento do trabalho? Se houve, explicar os possíveis motivos?
  • O número de faltas dos professores foi significativo, o que pode explicar este fato?
  • A carga horária prevista para estudos de cada temática/tema foi satisfatória? E os horários (relógio) propostos no Projeto Sala de Professor? Na realização houve alteração, por quê?
  • Houve adaptações ao planejado? Quais os critérios utilizados para o (re) planejamento?
  • As alterações que ocorreram, potencializaram o trabalho ou significaram perdas?
  • Quais atividades foram mais significativas nos grupos de estudos?
  • Quais atividades foram mais fáceis ou difíceis para o Coordenador de Grupo encaminhar? Por quê?
  • Quais expectativas de aprendizagem foram integralmente atendidas pela maioria do grupo?
  • Algumas expectativas de aprendizagem foram especialmente difíceis para o grupo. Quais? Por que isso pode ter ocorrido?
  • Inclua depoimentos interessantes que ilustrem as principais dificuldades encontradas pelo Coordenador de Grupo ou pelos professores no desenvolvimento das atividades previstas. Indicando as sugestões e encaminhamentos:
  • Como se encontra o desenvolvimento das competências profissionais nos grupos de professores?
  •  O trabalho do Coordenador de Grupo fomenta o desenvolvimento dessas competências pelos professores?
  • O suporte dado pelo CEFAPRO nos encontros de Coordenadores Pedagógicos Bimestrais, realimenta o trabalho no desenvolvimento destas competências junto aos professores através do coordenador de grupo?
  • O que é possível concluir desde a implantação do Projeto Sala de Professor na unidade escolar até sua execução/avaliação neste bimestre?
  • Como a competência de se trabalhar em equipe está sendo desenvolvida dentro do projeto Sala de Professor e como o Coordenador de grupo promove o trabalho em equipe? Estão ocorrendo avanços? O que julgam ser determinante para este sucesso? Caso contrário, quais as dificuldades e o que está sendo planejado para superá-las?
  • Quais orientações o Coordenador de Grupo têm recebido para que possa ampliar esta competência para alicerçar cada vez mais o trabalho em equipe?
  • Quais intervenções foram feitas pelos Coordenadores de Grupo para o desenvolvimento da competência escritora?
  • Como o Coordenador de Grupo está utilizando o registro escrito nos grupos de estudos?
  •  Em resumo explicitar as dificuldades encontradas nos grupos de estudos em relação à leitura por parte dos professores, na compreensão dos textos que lêem e que orientações e ações foram propostas para provocar uma mudança?
  • O que se pensa sobre o êxito na continuidade do trabalho proposto para a formação continuada dos docentes na unidade escolar?
  • O Coordenador de Grupo preocupa-se em organizar sínteses orais e escritas ao longo do trabalho, atuando de forma a não dar aulas e sim promover a construção coletiva de conhecimentos, compartilhando a responsabilidade no aprender a aprender?
  • Há clima de colaboração que garanta a possibilidade de troca e trabalho coletivo?
  • Descreva as metodologias do processo de formação continuada?
  • Quais são os desafios para a execução/avaliação do Projeto Sala de Professor, possíveis para os próximos bimestres?
  • Para facilitar a construção do RELATÓRIO SEMESTRAL, deve ser realizado o exercício de produção de  um memorial como parte “diário de bordo” do Sala de Professor. É de responsabilidade do coordenador de grupo indicar uma professor formando por encontro para ser o relator do memorial de atividades.

 

Para o ano letivo 2008 o CEFAPRO-Juina padronizou as listas de freqüências que serão utilizadas nas escolas públicas do Pólo (ver anexo).

Através do Decreto. 7.542 de 05 de maio de 2006 a SEDUC/MT definiu as funções da equipe formadora do CEFAPRO, na execução da formação continuada, são elas:

 

a)     A formação

           a.1)- A formação continuada dos profissionais da educação básica será planejada e executada conforme a matriz curricular e o calendário de atividades do CEFAPRO.

     a.2) – A formação continuada  que trata o caput deste item abrangerá as necessidades das escolas e das  políticas  educacionais da SEDUC.

      a.3) – O atendimento dos CEFAPROs/MT às escolas acontecerá mediante a apresentação de um projeto de formação proveniente da unidade escolar, em que contará as necessidades formativas, o número de profissionais a serem atendidos, área de atuação  docente e cronograma de execução da formação.

 

      b) Parcerias:

                  b.1) - O município que desejar estabelecer  parceria com o CEFAPRO deverá solicitar via oficio o seu interesse, expondo suas  necessidades e contrapartida.

                  b.2) -    A efetivação da parceria ocorrerá após análise e parecer favorável da SEDUC, mediante celebração de Termo de Cooperação.

 

      c) Das atribuições profissionais:

           c. 1) – Do Coordenador  de Formação Continuada

            c. 1.1) – investigar o processo  de construção de conhecimentos e desenvolvimento do educando;

             c. 1.2) –   coordenar o planejamento e a execução das ações pedagógicas do CEFAPRO;

             c. 1.3) -  articular a elaboração participativa do Projeto Pedagógico do CEFAPRO;

             c. 1.4) – coordenar, acompanhar  e avaliar  o projeto pedagógico do CEFAPRO;

                      c. 1.5) -    acompanhar o processo de  implantação  das diretrizes da Secretaria de Estado de Educação relativas à avaliação  da aprendizagem e ao  currículo,orientando e  intervindo junto aos profissionais quando solicitado e/ou necessário;

                      c. 1.6) - desenvolver e coordenar sessões  de estudos, viabilizando a atualização pedagógica em serviço para: professores formadores do CEFAPRO, Coordenadores Pedagógicos, Articuladores de Aprendizagem, Gestores Escolares e Técnicos Administrativos Educacionais ;

                      c. 1.7)  -   propor e incentivar  a realização de palestras, encontros e similares para os profissionais da educação com temas relevantes  para a formação   integral e desenvolvimento da cidadania;

 

  d) Do Professor Formador:

 

                  d.    1) – diagnosticar,junto aos professores, as necessidades educativas, formativas e demandas da sua área de atuação ;

                  d.2)  - planejar as ações de formação, viabilizando  metodologias que atendam às necessidades  formativas dos professores do pólo;

                  d.3)  - elaborar o plano  de ação por área do conhecimento;

                  d.4) - desenvolver  projetos de  intervenção referentes às necessidades diagnosticadas  no seu campo de atuação ;

                  d.5) -  desenvolver e executar as ações formativas em consonância  com a matriz curricular do CEFAPRO;

                  d.6)- promover e gerenciar a auto-formação para o bom desenvolvimento  de seu trabalho,atualizando-se em relação aos conhecimentos científicos e tecnológicos;

                  d.7) – avaliar o processo de formação desenvolvido no decorrer do período letivo;

                  d.8) – fazer relatórios  qualitativos e quantitativos, por área de conhecimento das atividades  planejadas, desenvolvidas e executadas;

                  d.9) – desenvolver  e coordenar  grupos de estudos para profissionais da educação ;

                  d.10) – orientar, monitorar,acompanhar e avaliar o trabalho dos professores dos Laboratórios de Informática da unidades escolares, cadastrando as contas de serviços de rede de  usuários;

                  d.11) – realizar formação  continuada aos professores que estão atuando com os portadores de  necessidades especiais;

                  d.12) – ser parceiros da SEDUC em projetos, capacitações, estudos e outros eventos;

                  d.13) – Atender as atribuições  da função  de professor estabelecida na Lei Complementar 050/98 e suas alterações posteriores.

 

            Diante das proposições acima  as ações da equipe do CEFAPROs estão  pré- -determinada e devem ser correspondidas.

            Para melhor apoiar o desempenho do programa Sala de Professores realizados no interior das escolas, a equipe de professores formadores do CEFAPRO- Pólo de Juina, estará responsável em realizar acompanhamento das escolas em seu processo de formação, fazendo-se presente ao menos uma visita mensal, salvo quando a equipe estiver em atendimento fora da sede do CEFAPRO.

            Durante o acompanhamento o Professor Formador, de posse do projeto Sala de Professor da escola, acompanhará as discussões e construções teórico-práticas das atividades para constatar se as mesmas estão em consonância com o PPP e Projeto Sala de Professor apresentado ao CEFAPRO – Pólo. Caso as ações descritas no Projeto não estejam efetivamente ligadas à atividade de formação, caberá ao Professor Formador intervir neste processo para que o mesmo não seja comprometido. É de responsabilidade do Professor Formador, receber e analisar, fazer a devolutiva com orientações do projeto de formação continuada Sala de Professor, da escola que acompanha,indicando através de comunicação oficial, a data de recebimento e devolução do mesmo, que deverá seguir rigorosamente as datas previamente definidas. O não cumprimento dos prazos de entrega dos projetos no CEFAPRO incorrerá na impossibilidade em a escola oferecer certificação da Sala de Professor, no semestre.

            Caberá ainda ao Professor formador receber os relatórios, bimestrais e semestrais, verificar se os mesmo relatam o que fora descrito no projeto, dar visto e entregá-los  a Coordenadora de Formação Continuada para que sejam formalmente aprovados.

            O CEFAPRO - Pólo de Juina orienta as escolas do Pólo de forma que construam seu Projeto Sala de Professor a ser desenvolvido no ano letivo de  2008 de acordo com as seguintes orientações:

               a) O Projeto Sala de Professor na escola será desenvolvido perfazendo um total (mínimo) de 80h no ano letivo distribuído em dois blocos de 40 h. em dois blocos de igual peso C/H;

               b) 40h no 1º Semestre e 40 h no Segundo Semestre;

               c) Serão 8 horas mensais de estudos que será definido datas e horário no projeto a ser encaminhado para o CEFAPRO.

               d) De acordo com a Instrução Normativa 008/2007/GS/SEDUC/MT  será contado para atribuição de classes e aulas apenas  o certificado do cursistas que atingir 90% de  participação na formação continuada da escola (atendendo os  itens a,b), cabendo a Comissão de Atribuição de Classes/Aulas cumprir as orientações das Normativas da SEDUC/MT.A  unidade escolar certifica e  o CEFAPRO chancela.

               e) Serão certificados pela unidade escolar apenas aqueles que atingirem  o mínimo de 75% de participação, assim respeitamos o exposto na LDB. Esclarecemos que este percentual, não atende os critérios de atribuição de classes e aulas registrados na Instrução Normativa 008 /2007 GS/SEDUC/MT. A unidade escolar certifica e  o CEFAPRO chancela.

               f) O Projeto Sala de Professor será de responsabilidade da equipe pedagógica da escola que é formada por todos os professores, coordenados pelo Coordenador Pedagógico, que terão a responsabilidade de realizar a sistematização do Projeto maior da escola ( PPP e consequentemente o Projeto Sala de Professor.

               g) Os Projetos de intervenção poderão ser construídos e executados por Ciclos de Aprendizagem (no caso do 1º, 2º Ciclo). Sendo que cada professor do ciclo deverá desenvolver o projeto de intervenção em sala de aula, respeitando as etapas de: elaboração, execução e  avaliação,sendo que esta  última será apresentada através de relatório circunstanciado e quantificado.  Para o 3º ciclo e Ensino Médio os projetos serão construídos por área de conhecimento, seguindo as mesmas orientações.

               h) A coordenação pedagógica deve contar com a colaboração de sua equipe pedagógica  para que estes possam ao mesmo tempo assumir funções de formadores e  formandos no Projeto Sala de Professor,   desde que previamente definido as  necessidades;

               i) O professor deverá a partir da definição das ações da escola no tocante a seu projeto de formação continuada, construir seu projeto interventor de trabalho em consonância com o projeto maior da escola, executá-lo e encaminhar ao coordenador relatórios circunstanciados do trabalho realizado.

 

Quanto à organização de tempo de estudos do Projeto Sala de Professor:

a) Na Sala de Professor não é o momento de realizar: repasses de informes, elaboração e sistematização de PDE e PPP(estes devem ser realizados nas reuniões pedagógicas registrados no Calendário Escolar), na Formação Continuada Sala de Professor serão realizadas ações que viabilizem  estudos que tenham por  objetivo dar sustentabilidade enquanto fundamentação teórico metodológica destes documentos que são os suportes administrativos e pedagógicos da escola.

b) Na Formação Continuada Sala de Professor, deve-se priorizar as metodologias de estudos indicados no projeto encaminhado ao CEFAPRO.

c) Cabe a Coordenação Pedagógica organizar disciplinadamente o tempo de estudos da Formação Continuada Sala de Professor nas 8:00 horas mensais que atendam : 1 - o momento de estudo coletivo; 2 - momento de estudo por ciclo ou áreas de conhecimento; 3 - elaboração do projeto de  intervenção indicando as propostas de ação a partir dos estudos teóricos e análise dos diagnóstico da escola; 4- a retomadas da execução do projeto de  intervenção, que poderão ser realizadas nas reuniões pedagógicas que constam  no calendário escolar.

Autor: CEFAPRO DE JUINA
Montagem: Vitorio 

Comentários  

 
+1 #11 Angela Prates 20/08/2013 20:12
Estou no sexto semestre de Serviço Social e tenho que fazer um projeto de intervenção pra apresentar no meu estágio, acontece que nem sei por onde começar. Podem me ajudar, por favor?
Obrigada
Citação
 
 
0 #10 Deniva 15/05/2013 19:20
oi estou cursando pedagogia e preciso fazer um projeto de intervenção por favor me ajuda.
Citação
 
 
0 #9 Deniva 15/05/2013 15:36
OLÁ,ESTOU CURSANDO PEDAGOGIA E PRECISO FAZER TRABALHO DE INTERVENÇÃO SOBRE BRINQUEDOS PEDAGOGICOS ME AJUDA POR FAVOR.
Citação
 
 
0 #8 erli da silva 22/01/2013 15:33
ola preciso construir um projeto de intervenção. estou cursando letras e o meu porjeto é sobre oralidade e ensino na sala de aula você pode ajudar-me
ERli silva :
Citação
 
 
0 #7 erli da silva 22/01/2013 15:30
ola preciso construir um projeto de intervenção. estou cursando letras e o meu porjeto é sobre oralidade e ensino na sala de aula você pode ajudar-me
ERli silva
Citação
 
 
-1 #6 Ronaldo São Bernardo 23/01/2012 21:58
Olá, preciso fazer um projeto de intervenção visando a capacitação de professores de história na educação básica. E eu vi no seu projeto (do qual gostei), um horizonte no qual devo seguir. será que você pode me ajudar a construir tal projeto?
Att. Ronaldo.
Citação
 
 
0 #5 ADRIANA PASCOAL 05/11/2011 20:41
adorei as dicas.contribui bastante.
Citação
 
 
0 #4 ADRIANA PASCOAL 05/11/2011 20:40
Sou professora da rede pública de ensino e estou desenvolvendo um projeto de intervençao sobre leitura e escrita com meus alunos. Adorei a contribuiçao deste conteúdo para meu trabalho. Valeuuuu.
Citação
 
 
+1 #3 diana 03/10/2011 20:04
oi sou estudante de serviço social e adorei seu trabalho.
Citação
 
 
+1 #2 Rônia 22/09/2011 15:45
AMEI COLEGA, MUITO OBRIGADA....BJOS
Citação
 

Adicionar comentário